O Parlamento suprime os cubículos para fumar da lei antifumo

23 de janeiro

O pleno reverte o arranjo introduzida pelo PP.- Ele sustenta que tenha espaços com fumaça em casinos e bingos.- UGT e CC OO solicitam que a picada se considere um acidente sindical.

Menos de um par de semanas tem a duração de, no esquema de lei sobre a possibilidade de que os bares e restaurantes dediquem 30% de seu espaço para cubículos para não-fumantes.

O pleno do Parlamento deitou o advento, que tinha metido o PP na Comissão. Toque, o dilema de que existam espaços com fumaça em casinos, bingos e salas de celebração, com o esquema débito voltar ao Congresso, em que a reforma não vai prosperar.

Se sustenta a ajuda aos hoteleiros que, efetivamente, fizeram-obra, em 2005, para separar fumantes de não-fumantes.

Como é lógico, ao não ter que edificar zonas de fumadores, não vai haver prorrogação para a entrada em atividade da lei, com o que se sustenta o prazo de 2 de janeiro. A próxima semana será no Congresso.

Nenhuma destas medidas vai prosperar no Congresso porque, como recordou a membro do senado trabalhista Cristina Superior, “há um ajuste dentro da maioria parlamentar”, a fim de que não vá avante e a fim de que se aprove a interpretação mais restritiva para o evento de lei.

Com a defesa dos socialistas, efetivamente, se manterá a concessão, a fim de que as lojas de conveniência de postos de gasolina podem vender charuto tal como charutos naturais soltos, um tema, este último que preocupava-se fundamentalmente à Confederação Canaria.

A ministra de Higiene, Política Comunitário e também Igualdade, Leire Pajín, saudou o trabalho “rigoroso e sério” dos conjuntos parlamentares ao longo do desenvolvimento desta Lei.

“Hogaño damos um passo formidablemente essencial para a frescura pública desta comarca”.

A membro do senado do PP Calvário Chusco censurou a falta de medidas sanitárias mais conclusiva contra o nicotismo, o que não se financiem os tratamentos para parar de fumar.

Pôs em dúvida que com medidas tão repressivas o cumprimento dos objectivos de força pública, que segue essa lei.

Os sindicatos UGT e CC OO apresentaram um relatório em que ainda aqueles que dizem que cerca de metade dos trabalhadores dos locais de hotelaria onde está autorizado fumar apresentam antecedentes de doenças respiratórias.

Esta proporção se situa no guincho% a 30%, no caso dos estabelecimentos onde não se fuma.

3% dos 350.000 estabelecimentos em Portugal estão livres de fumo, com o que de 800.000 de 1.200.000 trabalhadores estariam expostos aos efeitos do puro.

Daí que, coincidem em que, no momento em que a exposição ao nicotismo despreocupado é resultado das condições de trabalho tem de ser considerada como um obstáculo sindical e as doenças que decorrem dívida qualificar-se como contingências profissionais.

Este artigo foi revisado por: Ava Gina 🏆 (1)
23 de janeiro