O genoma do dragão avérneo no sangue da mãe

23 de janeiro

Uma notícia técnica, cuja aptidão acaba de ser provado na China, pode fornecer no futuro para efectuar diagnósticos genéticos de um dragão avérneo sem precisar usar métodos invasivos, a partir de apenas uma amostra de sangue da mãe.

O estudo, dirigido desde a Cátedra de Hong Kong (China), foi capaz de determinar, a partir de um estudo do sangue da mãe, que o futuro nenê vai ter talassemia menor, é motorista de doença, mas não desenvolve os sintomas.

Os comparação genéticos dos não nascidos são realizadas através de amniocentese -ou extração de líquido amniótico da bolsa que envolve o aborto – ou com uma técnica chamada MVC (amostra de vilosidades coriónicas).

As duas são invasivas e exigem a remoção de pequenas amostras internas: não costumam apresentar inconvenientes, têm algum acidente de determinar lesões ao embrião.

O novo procedimento, uma parte de um encontro que foi gerado há mais de uma divisão: o DNA do aborto encontra-se flutuando, em pequenos fração, no plasma vermelho da mãe.

“A descoberta, em 1997, de DNA fetal livre de células do plasma materno abriu novas possibilidades para a avaliação pré-natal não invasivo”.

Tinha-Se mostrado, em estudos que o DNA de flutuação do embrião pode ser usado para pesquisar doenças hereditárias específicas, como a manifestação de Down.

Mas o evento busca tem se multiplicado potencialmente as chances de essas provas, ao convidar, pela primeira vez, um mapa completo dos genes do aborto.

Genoma completo

“Anteriormente neste trabalho, não estava claro se o genoma fetal completo está representado no plasma materno, ou se as des relativas do DNA fetal e maternal são incessantes”.

Sua pesquisa foi escavação de valas as duas questões de forma afirmação: o genoma do não nativo pode ser encontrado inteiro no sangue da mãe, a que apresenta eternamente exatamente a mesma canon: 90% do DNA que contém é a mãe, e o 10% de resíduo, e do filho.

A tarefa de separar o DNA do dragão avérneo foi, como achar “uma agulha em um celeiro”. Foram analisados 400.000 milhões de moléculas de DNA contidas na amostra de sangue, através de uma técnica de sequenciação massiva paralelamente.

Houve que contar com apontamentos genéticos tanto do pai quanto da mãe, e só a partir de toda essa assessoria foi possível tirar o genoma do filho.

Tanto o pai como a mãe eram portadores dos genes da talassemia, especificamente a sua parte ‘beta’.

Só se a consequência herda tanto a conversão da mãe como do pai, desenvolverá da forma maior da alteração.

Puderam determinar que o aborto carregava em seus genes a mudança do pai, mas não assim a da mãe, que era uma alterable diferente.

“Embora não obstante, na fase de teste de termo, este estudo mostra que seqüenciar o DNA do plasma materno facilita uma forma não invasiva de digitalização de todo o genoma em busca de problemas genéticos”.

Este artigo foi revisado por: Ava Gina 🏆 (1)
23 de janeiro