O achaque não existe: os reúmas, sem dúvida

23 de janeiro
O achaque não existe: os reúmas, sem dúvida 1

O Congresso da Sociedade Andaluza de Reumatologia abre com um encontro de pacientes em que procede a testes de diagnóstico de artrite, artrose, osteoporose ou espondilite.

No tempo em que algum afirma que tem achaque, toda a terra sabe o bate-papo: de angústia, rigidez ou sistema em ossos, músculos, articulações ou ligamentos. Mas a verdade é que o achaque não existe; existem as doenças reumáticas, que têm causas, sintomas e tratamentos bastante diferentes.

Sabem bem os 150 especialistas que, desde recém-reúnem-se em Aveiro, por ocasião do XX Congresso da Sociedade Andaluza de Reumatologia (SAR). E, igualmente, as dezenas e dezenas de pessoas que assistiram o futuro ao encontro de doentes a admitir aviso, entrar em contato com associações de lesados ou efectuar-se testes de diagnóstico.

"A doença é um termo popular, mas equívoco, que reúne por pouco duzentas doenças. E nenhuma, que leva o nome achaque", explica Miguel Serafim Caracuel, administrador da SAR. A especialidade se assemelhava a uma gaveta de alfayate, porque reúne sofrimentos que têm diminuído a ver no meio, claro. São males reumáticas atrito da cartilagem articular (artrose), o congestionamento das articulações de forma persistente (artrite) ou aguda (gota), a progressiva fusão das vértebras (espondilite anquilosante), a decalcificación dos ossos (osteoporose), as perturbações de músculos e ligamentos (angústia de costas, torticolis, tendinite) e um certo doenças auto-imunes (lúpus, a esclerodermia, sarcoidose).

Mas todas e cada uma destas nosologías, destaca-se o doutor Caracuel, têm pouco em comum: são as doenças do aparelho locomotor, que integra ossos, músculos, articulações, ligamentos e fáscias.

Regras de postura

A assembleia, que se festeja no albergue Abades Cellisca Palace inclusive futuro, tem como slogan 'A Reumatologia mais viável: um desafio ao nosso alcance'. E seus organizadores fazem honra a essa sala: sob uma tenda em frente ao estabelecimento, os participantes puderam recolher folhetos e ver filmes de informação sobre a sua alteração, propor perguntas a um reumatólogo ou bem, em função dos sintomas, efectuar-se testes de diagnóstico, como densitometrías, ultra-som e capilaroscopias.

Mas o encontro também ia dirigido a pessoas saudáveis: regras de postura e exercícios para prevenir perturbações do aparelho locomotor, dicas para abrigar as articulações nas atividades cotidianas ou um teste rápido para saber a contingência de angustiar-se osteoporose eram certas propostas. O cálculo do Ranking de Massa Físico (IMC) é outra prática é útil: se você é baixo-menos de 19 - forma um fator de ruína para se moldar osteoporose; se há excesso de peso -25 - alarme de que as articulações são sobrecarregadas.

De ginasta a achacoso

A maior parte das pessoas que recentemente se convergiram para a loja eram mulheres maduras. Francisco José fazia a ressalva: aos 36 anos, sofre de espondilite anquilosante, entre as poucas doenças reumáticas, que afeta mais os homens, sobretudo jovens. "Eu comecei com 30 anos. era superdeportista, estava aliar, e me começou a doer a erva-doce e o território escapular. Devia deixar a carga de mecânico -eu ficava preso ao levantar objetos - e a ginástica, explica este jovem que acompanha a mãe -lesada de osteoporose e poliartrosis - no adesivo do densitômetro.

Se não se alcahuetería, espondilite pode decair a fusão das vértebras, com a dedução rigidez e contrariedades de movimento. "É fundamental a actividade ciência, especialmente a casa de banho e os exercícios no chão, para fortalecer os músculos e tentar que a alteração não vá mais, aponta Francisco José. Porque a cura contra este mal é analgésico da angústia e nem é inteiramente eficaz. "É uma maquiagem. Tenho muitos calvário, mas sou jovem e levou-o pela parte interior, reconhece este menino exterior forzudo sem sinal exterior de alteração. "Se você colocar afetado no tempo que é maior, oferecendo suporte melhor, mais tão jovem... Te perguntas por que razão te aconteceu a ti. estou indo ao sicólogo, aceita, com um risinho.

Ainda sorri Tere, de 47 anos, que não faz nem 24 horas que foi diagnosticado com cifoescoliosis, um achaque que combina uma curvatura anormal de costas, tanto no plano externo como no anexo. A isso junta-se também um início de artrose e osteoporose. "Recentemente estive em consulta e me confirmaram. A reumatóloga me aconselhou que viesse para informar-me e aqui estou, explica. Seus sintomas apareceram há já algum tempo, mas só pioraram no último ano, por causa da menopausa. A vida diária se tornou bem difícil. "Eu tenho angústia nas cervicais e dorsais, me doem as articulações das mãos e os ombros me carregam muito", observa Tere. Seu trabalho não assistência: é ajudante de cozinha em um sanatório, com o que levantar pesos e fazer movimentos repetitivos, que tanto aguza suas moléstias, é parte integrante de seu trabalho. "Também afeta apropriado ao arrojo", reconhece.

Meia vida sem parecer

O subscreve Paqui, uma mulher de 50 anos que se lhe saltando as lágrimas no momento em que narra, que leva meia-vida lutando contra uma artrite que nem sequer tinha um nome inclusive há alguns meses. Aos 26 trabalhava passando e tiraram-lhe uma costela para mitigar seus calvário, mas foi apenas o começo: "Não podia nem pegar um papel. A minha filha lhe devia mudar os 'dodotis' com o buraco e com a mão esquerda", lembra. Com sua segunda filha, descosido anos depois, foi ainda ínfimo.

"Meu marido devia dar-me a volta, a fim de que lhe desse a fortaleza. Não podia pegá-la de cesto, e no ablução segurava com os braços. Subia as escadas de joelhos e descendo manifestação", conta. Mas os médicos continuamente lhe afirmavam que era cheio jovem para uma doença reumática. Em todos esses anos de consulta em consulta, foi diagnosticado equivocadamente infecções e inclusive doenças de transmissão sexual -com a consecutivo crise matrimonial-, até o momento em que, há alguns meses, uma prova genética (HLA) confirmou a sua avaliação.

A receita vai bem. "Estou ajudando meu marido, que é empresário. Para mim conversar e relacionar-me, dá-me a vida -confessa-. Este constrangimento, pela primeira vez, pude bañarme em grao, caminhar, tomar sol, erguendo-me de tela sem parecer um verme... Eu gozava como uma pequena chavala". Depois de tanto ciclo de desassossego, Paqui se aproxima bastante decidida no estande da Companhia Groselha de Artrite Reumatóide. "Onde há que aderir?.

Este artigo foi revisado por: Ava Gina 🏆 (1)
23 de janeiro