Entregar a mama enquanto mais de 6 meses reduz o risco de sarcoma de aréola

23 de janeiro
Entregar a mama enquanto mais de 6 meses reduz o risco de sarcoma de aréola 1

Uma pesquisa jogado na Cadeira de Granada prova que as mulheres que dão o peito a seus filhos, durante mais de 6 meses têm menos chances de resistir carcinoma de mamilo. A contingência de se moldar esta condição reduz a uma taxa de 4,3% por ano em ano que uma mulher alimenta seus filhos.

Os estudiosos da universidade de Granada, dirigidos pela professora catedrática do departamento de Farmácia, Maria José Aguilar Cordero, descobriram que o aleitamento materno é um processo ativo para prevenir o sarcoma de teta.

Seu trabalho revelou um paralelismo significativo dentro da idade de diagnóstico do tumor, a duração da lactação materna, e a existência de antecedentes familiares e pessoais de carcinoma, e prova que não existe relação através da idade média de diagnóstico do sarcoma e o fato de ter tido ou não estirpe, contra o que muitas pessoas pensam.

Amostra formada por 504 mulheres

Para realizar este trabalho, os pesquisadores trabalharam com uma amostra formada por 504 mulheres de dentro 19 e 70 anos de idade, diagnosticadas e tratadas de neoplasia de cavalinho no Hospital Universitário San Cecilio” de Granada através das molas de 2003 a 2008.

A todas e A cada uma lhes fizeram uma recolha de apontamentos retrospectiva a partir das histórias clínicas, guincho em que se obtiveram notas como a idade de diagnóstico, duração de lactação e a existência ou não de antecedentes familiares de carcinoma.

Fez uma distinção gráfico das mulheres que tiveram filhos, na frente de aquelas outras que não. A comparação dos apontamentos mostra como do total da amostra (504), precisamente 135 mulheres não tiveram descendência. Ao contrário, 369 mulheres haviam tido pelo menos um filho.

Com relação ao fator de ruína comparação, não se encontraram diferenças estatisticamente significativas na idade média de diagnóstico do tumor e o fato de ter tido ou não estirpe.

Relação do conjunto total de mulheres que tiveram estirpe, estas foram agrupadas em trio subgrupos dependendo do curso média do período de lactação. Igualmente, distinguiu-se entre aquelas que apresentavam antecedentes familiares directos de neoplasia de mamilo, em frente de aquelas outras que não os tinham.

O primeiro conjunto era composto por mulheres que não tinham amamentado seus filhos. O auxiliar, estava composto por mulheres que deram a dianteira por um período máximo de lousa meses. Um terceiro conjunto foi formado por aquelas mulheres que deram lactação materna, por um período de no meio de trio e seis meses.

Definitivamente, uma quarta parte do conjunto era composto por aquelas mulheres que haviam amamentado seus filhos por períodos de anos superiores a seis meses.

Não existe acordo douto

Os cientistas da universidade de Granada ressaltam que, hoje em dia não existe ascensão no meio dos estudiosos sobre o papel de advogado da gravidez e a amamentação em frente ao desenvolvimento do carcinoma de teta da mulher.

“No entanto –refere Mª José Aguilar Cordero – está claro que um e outro processos influenciam positivamente na diferenciação do epitélio mamário, e na diminuição dos níveis de certos hormônios, como estrógeno, cujos efeitos se relacionam com o carcinoma de mamilo”.

Os autores deste trabalho pensam que, com base em seus resultados, e em referência à explicado por outros autores, a incidência de sarcoma de aréola nos países desenvolvidos poderia ser reduzido em mais de 50% no meio daquelas mulheres com estirpe se estas proporcionassem mais educação, no peito e por maiores períodos de anos para seus filhos.

Mais especificamente, se as mulheres amamantaran a seus filhos, durante mais de seis meses (mangote que há um tempo atrás eu costumava ser o corrente), a incidência de sarcoma de aréola desceria de 6,3% para 2,7%.

No fim, “o apego moderna para não criar assemelhava a ser um fator capital para o contemporâneo alongamento dos tumores de mamilo”, ressalta a professora da Claustro de Granada. Os resultados deste trabalho foram publicados no periódico universal chamada Amamentação Hospitalar.

Este artigo foi revisado por: Ava Gina 🏆 (1)
23 de janeiro