A Rematar de cabeça mais de 1.000 vezes por ano afeta o cérebro dos jogadores

23 de janeiro
A Rematar de cabeça mais de 1.000 vezes por ano afeta o cérebro dos jogadores 1

Estudiosos norte-americanos têm afetado a atividade desapaixonado de futebolistas principantes e concluíram que fazer no meio de 1.000 e 1.500 remates de cabeça por ano pode provocar conseqüências semelhantes às de uma contusão intelectual.

Uma equipe de especialistas norte-americanos analisou como os remates de cabeça afetam o cérebro de jogadores de jogo.

“A carga mostra que o tempo que se bate com muita frequência, uma bola de futebol com o começo, geram mudanças na cabeça semelhantes aos que causa uma lesão”, observa Michael L. Lipton executivo do Albert Einstein College of Medicine e cabeça médico dos serviços de ressonância magnetizada do Centro Médico Montefiore, em Notícia York (ESTADOS unidos).

Os resultados desses estudos foram apresentados na última assembleia anal da Sociedade de Radioscopia da América do norte (RSNA) festejada em Chicago (EUA).

Estudando as mudanças que sofre a cabeça, os especialistas determinaram que, se um jogador de futebol adormeça dentro 1.000 e 1.500 vezes por ano, a atividade nas fibras inquietas –nervos– de certas zonas se vê prejudicada.

“Certo jogadores efectuam mais de 5.000 contrário ao ano, uma grande parte enquanto os adiestramientos.

Os exercícios em que os futebolistas cabecean uma bola que vem rosto são bastante comuns, mesmo em adiestramientos profissionais”, declara Lipton a SINCRONIZAÇÃO.

O especialista acrescenta que “a agilidade que viaja o esférico no football capacitado é por pouco o dobro que a do diletante. Uma maior força contra o casco pode aumentar a égide da lesão desapaixonado”. Lipton esclarece que “acabar com o talento não tem um impacto capaz de destas vibrações causarem danos as fibras inquietas do cérebro, mas fazer isso de forma continuada, evidentemente”.

Usando um sistema de ressonância magnetizada chamado DTI (Difusion Mola Imagin) que capta imagens cerebrais in vivo, os especialistas avaliaram as alterações microscópicas nas fibras inquietas que compõem a matéria branca do cérebro, chamadas axônios, que atuam como cabos de comunicação através de diferentes áreas.

Por trás observar o movimento de moléculas de linfa nestas fibras, os estudiosos concluíram que o fato de que estas moléculas passem de mover-se de forma uniforme a fazê-lo de forma aleatória está anexado a um desgaste cognitivo, mangote que ocorre em pacientes com lesões cerebrais.

Escanearon os cérebros de 32 jogadores não profissionais, com uma média de idade de 31 anos, que haviam praticado o esporte desde a infância.

Os cientistas calcularam quantos remates de cabeça funciona cada jogador por ano para, então, verificar as imagens cerebrais de aqueles que efectuam mais cabeceos com as do resto.

Também equipararon as áreas em que a atividade das moléculas de linfa na matéria branca do cérebro apresentava desigualdades significativas.

“Através de um dos dois conjuntos se observaram diferenças em cinco áreas do cérebro da proeminência exterior e na área témporo-cervical”, diz Lipton. As áreas afetadas estão relacionadas com a memória, atenção e funções visuais essenciais.

O competente lembre-se que “o futebol é o esporte mais popular no mundo inteiro e os pequenos, o praticam regularmente, daí que se deve tomar em consideração estes resultados para acolher os jogadores”.

Este artigo foi revisado por: Ava Gina 🏆 (1)
23 de janeiro